Vícios que destroem patrimônios [reflexão].

Vícios que destroem patrimônios [reflexão].
3.5 (70%) 2 votes

260012a

Quando mencionamos a palavra vício rapidamente somos induzidos a pensar em drogas e bebidas, mas existem outros tipos de vícios que igualmente corroem a vida de muitos. Muitas pessoas se envolvem com a prática de jogatinas apostando valores consideráveis, enquanto há aqueles que seu vício está no gasto com relações extraconjugais com mulheres.

Lembro-me de meu primeiro caso como Detetive particular. Um casal de empresários de uma cidade vizinha vivia um problema onde o marido procurava manter em sigilo, até mesmo da esposa. Contratados nossos serviços começamos a pesquisar aquele senhor. Segundo a esposa a desconfiança recaía sobre o fato de ele ter uma amante e sumir com parte de recursos que ambos possuíam.

Seus sumiços  aconteciam, principalmente aos domingos a tarde, onde aquele senhor dizia que passava a tarde em um estádio de futebol. Procedemos ao acompanhamento e percebemos que seu direcionamento não era a um estádio de futebol e sim a capital, onde um vício de jogatina com alguns amigos o havia dominado.

Ao descobrirmos a verdade dos fatos, isto trouxe um alívio momentâneo a minha cliente, por não se tratar de outra mulher entre eles. No entanto outra preocupação começou a surgir.

Apesar das coisas estarem acontecendo havia pouco tempo, aquele senhor em apenas dois meses subtraíra cerca de R$15.000,00 do capital da empresa da família. Por se tratar de quase duas décadas, os valores podiam ser considerados expressivos.

Tal como o vício em drogas, estar viciado em jogos também é preocupante às famílias em virtude do mal que causa a todos. Relatos e estatísticas mostram que muitas pessoas subtraíram seus capitais por estarem envolvidos em vícios, em momentos de prazeres que por vezes acabam por deixar faltar o básico a seus familiares e se não houver um controle, um basta no vício, as consequências podem ser desastrosas.

Leia também: http://detetivecit.com.br/o-valor-da-informacao-correta/

 

Orlei Carraro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *