[Caso passado] O valor da união estável.

[Caso passado] O valor da união estável.
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união estável

 

União estável, ou seja, o casamento. Instituição que vem sofrendo mudanças a meu ver. Atualmente é comum vermos jovens ditos casados, mas que apenas resolveram conviver juntos. Nessa direção notamos que se estabelecem os direitos de uma união estável.

Quando um casal quer estabelecer algumas diretrizes estabelecem por escrito no Cartório o módulo que pretendem adotar. Há três maneiras de estabelecer uma união, o casamento com Comunhão Total de Bens, que, até pouco tempo, era o mais utilizado pelos casais, onde tudo o que o casal possuir, seja antes da união ou depois, pertence a ambos, ou seja, tudo o que adquirirem após o casamento.

A segunda maneira de união estável é a Comunhão Parcial de Bens. Esta é uma forma que vem sendo muito utilizada por casais, para estabelecer que apenas o que o casal construir, em termos de bens materiais, após o casamento seja de propriedade de ambos. Passando para a terceira opção de união estável, temos a Separação Total de Bens. Esta maneira estabelece a individualidade de cada um, em termos de conquistas de bens e afins.

De uma forma bem simplificada, estas são as maneiras que temos hoje de união estável já estabelecida, importante lembrar que pode ser considerada uma união estável estabelecendo direitos às partes, quando um casal resolve viver maritalmente sobre o mesmo teto adquirindo direitos.

Recentemente trabalhei num caso de investigação onde uma esposa jovem com filhos proprietária de uma empresa de sucesso que vivia com seu marido tinham vários anos. O casal optou por Separação Total de Bens.

Minha cliente tinha uma condição financeira muito boa, a mesma empregava o marido na empresa, viviam sem qualquer dificuldade, sem qualquer necessidade, viajando, obtendo o que desejassem, enfim, a vida que muitos pediram a Deus, mas que poucos podem ter.

Esta jovem esposa me relatou que o marido se ausenta muito durante o dia e que também some aos finais de semana, além de não ajudar em nada na casa, em termos financeiros, visto que o mesmo recebe um bom salário por trabalhar na empresa da esposa.

Ao contratar os serviços de Investigação, a esposa preferiu acreditar que o marido apenas se ausenta se encontrando com amigos, ou passeios, ou idas a bares. Determinada a saber se realmente era só isso, a esposa quis saber em detalhes todas as movimentações do marido em seu dia a dia.

Ao realizar os acompanhamentos, além do que ela já estava ciente, ficou sabendo que o marido tem o hábito de passear pela cidade, embarcar em seu carro uma moça e divertir-se no Motel. Este é um fato verídico, que ocasionou o rompimento do casal.

Há uma passagem bíblica que diz: “pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará”, em outras palavras, você colhe tudo o que semear. O marido que relatamos aqui deu pouco valor à instituição Casamento, deu pouco valor ao luxo que vivia, às mordomias, à esposa, que se na investigação, nada fosse apurado de errado, manteria o casamento, mas há pessoas que cospem no prato que se fartam e as consequências vêm a galope.

Poucas são as pessoas que tem uma condição como este marido, mas parece que não é suficiente para serem felizes, tenho certeza que ao voltar a sua condição anterior ao casamento irá se lembrar de que um dia, por uma fraqueza humana, pôs tudo o que tinha de bom no vaso do banheiro e puxou a descarga, desculpem-me a comparação, mas nada poderia ser mais bem ilustrado que isso.

Veja também um mito que existe na profissão de Detetive Particular: http://detetivecit.com.br/um-mito-sobre-a-profissao-de-detetive-particular/

 

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